Diário da Karol


Confissões pervertidas de Luna Pink – Final

Depois de meses fazendo pesquisas na biblioteca, decidi seguir um novo caminho, estava sozinha e me sentia abandonada, embora eu vivesse ardentemente meus desejos, estava entregue a solidão, não recebia um telefonema sequer. Naquela manhã de sábado, escutei alguém me chamar, quando abro a porta vejo um semblante maravilhoso, meus pedidos foram ouvidos, notei que seus olhos brilharam, sua bolsa caiu... Agarrei-o com força, enquanto ele me acariciava, empurrei a porta e deslizamos pelo chão da sala, me sentia muito selvagem, e suspirava ardentemente, momentos de êxtase e loucura, queimava como se estivesse num forno, depois desses momentos maravilhosos, enquanto ele trocava sua roupa, perguntei-o sobre o que queria? Eu só vim deixar essa correspondência! – disse o carteiro. Pode até ser que não seleciono homens da elite para viverem comigo momentos de prazer. Mas tornei-me uma ninfomaníaca e na minha lista além de carteiro, entregador de gás, leiteiro, açougueiro, pintor e pedreiro... Só está faltando você!



 Escrito por Karol às 08h29
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Confissões pervertidas de Luna Pink 2ª parte

Nosso caso durou apenas 6 meses, Ben foi transferido, isso me deixou um pouco triste, mas a vida continua, e assim continua os amores e desamores, depois de uma dia tedioso de aula, eu e alguns amigos fomos fazer um trabalho na biblioteca, era pra mim o fim dos dias, no entanto, eis que meus olhos ficam hipnotizados com uma bela imagem. Seu nome Juan, bibliotecário, e por sinal muito lindo, fui logo jogando olhares para ele, percebi que ele estava correspondendo, e fui pedir algumas dicas de livros, ele então me acompanhou para um lugar vazio da biblioteca e novamente me entreguei aos meus desejos mais absurdos, em meio a tanta cultura, ele estuda minha geografia, deslizava sobre mim como um deus grego, os livros foram todos caindo, criamos ali a nova semana de arte moderna, que os intelectuais me perdoem, o sexo mesmo que primitivo, é sempre melhor que o moderno, não quero regras, quero apenas ser escrava do meu prazer...



 Escrito por Karol às 07h36
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Confissões pervertidas de Luna Pink 1ª parte

Querido diário hoje não foi apenas mais uma noite alucinante, hoje foi uma noite louca, comecei bebendo muito e terminei na cama com meu professor, não sou o conceito de normalidade das moças da minha idade, quero viver minha vida intensamente, sentir todos prazeres, pelo menos sinto essa necessidade de provar todos sabores, hoje cometi a insânia do desejo, me entreguei por completa, senti um prazer incontrolável, tive medo, mas foi muito bom. Toda essa história começou na classe, quando nosso estimado professor Ben, considerado um dos mais bonitos da escola, começou a ser assediado por várias alunas, eu com meu jeito despojado mantive distância, pois sabia que não era o momento certo, enquanto o professor dava suas aulas, procurava fixar bem meus olhares para ele, é claro que ele, num desses olhares, ele percebeu, e foi assim que ao final da aula conversamos pela primeira vez, senti que ele havia gostado de mim, marcamos um encontro numa festa que teria no final de semana. Deixei de lado meu jeito de menina, enquanto a festa de estendia pela madrugada, Ben me levou para o seu carro, e ali tudo aconteceu, foi uma grande loucura, corríamos perigo, mas o perigo é extremamente excitante, depois voltamos para a festa e novamente resolvi dar o passo para uma nova loucura, puxei Ben pelo braço e levei-o até o banheiro, já estava entorpecida, o banheiro foi pequeno para nós dois, percebi que sua face havia mudado, talvez nunca em sua vida ele imaginasse que uma jovem menina, como ele me chamava, poderia ser capaz de dar prazer intenso a um homem...


 



 Escrito por Karol às 08h11
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Eu, meu amor, meus sogros e uma privada!

Era uma das mais lindas que eu já havia conhecido, seu doce sorriso conquistou meu coração, falávamos sobre quase tudo, digo sobre quase tudo, pelo seguinte fato, ela insistia para que eu fosse à sua casa conhecer seus pais, o que me preocupava era o peso da responsabilidade pedia sempre um tempo, só pra ver se nosso relacionamento ia de fato dar certo. Depois de três meses resolvi aceitar o convite, ela já foi me adiantando que seria um jantar muito especial, é claro que nessas formalidades, uma boa roupa e um presente pra sogra fazem a diferença! Devo confessar, que sou muito tímido pra esse tipo de encontro, aquele frio na barriga às vezes acaba comigo. No sábado às oito da noite, já estava na porta, entrei e meu futuro sogro me cumprimentou com muita seriedade, minha futura sogra me abraçou e ficou encantada com o presente que lhe dei, acomodei-me no sofá, minha bela namorada ainda estava no banho, isso é completamente normal, afinal era o momento mais significativo da sua vida. De repente, senti uma tremenda vontade de ir ao banheiro para evacuar, eu suava frio, pois fiquei envergonhado, depois de alguns minutos segurando, pedi licença e fui ao banheiro, sentei com muita empolgação, parecia uma orquestra em plena apresentação final, estava muito aliviado, no entanto quando fui limpar o serviço, dei-me conta de que não havia papel higiênico, era o fim do mundo, como iria chamar alguém para pedir o maldito papel? Você já se imaginou nessa situação? Olá querida sogra preciso limpar a bunda, só que não tem papel! Pensei em tudo, a solução estava bem na minha frente, o lavatório, e por que não? É só passar a mão e pronto, o problema já estava sendo solucionado, infelizmente após essa brilhante idéia o lavatório quebrou, o barulho foi horrível, cortei minha bunda, e só tive uma saída, fingir que havia desmaiado, obviamente ninguém da casa acreditou, aquele dia inesquecível, terminou ali no banheiro, faltou-me coragem para voltar a casa dela, mas posso garantir que tudo não foi pelo ralo, tudo terminou numa limpeza de bunda. Opa, já ia me esquecendo levei sete pontos na bunda, e por alguns meses tive que limpar com a mão mesmo...
(baseado em fatos reais)

 Escrito por Karol às 08h12
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Uma relação de amor e morte!

Ricardo e Suzana eram o exemplo de casal romântico, flores sempre foram constantes entre os dois, chocolates adoçavam os momentos mais felizes dos dois, os mais achegados davam certo um casamento regado de emoção, amor e compreensão, apesar dos ciúmes, afinal ninguém é de ferro, os dois mantinham uma conversa constante para melhoria de certas situações que ocasionavam discussões. Depois de muito tempo de namoro resolveram dar entrada num belo apartamento, já possuíam os nomes dos três filhos, que Suzana sonhava em ter, mesmo trabalhando intensamente, Suzana é balconista, mantinha o juízo no lugar e guardava todo o seu dinheiro para investir no apartamento.Embora demonstrassem uma aptidão para a felicidade, poucos tinham conhecimentos das inúmeras brigas suscitadas por Ricardo, não tolerava que Suzana conversasse com qualquer homem, tinha um grande medo de perdê-la, Suzana sempre paciente contornava o ciúme, fazia tudo que Ricardo lhe pedia, deixou se ir para academia e trancou a matrícula da faculdade, estava simplesmente disposta em apenas ser feliz. Alguns não toleravam essa abnegação total da vida, sua família não aceitava e temia que um arrependimento por parte dela poderia se aflorar a qualquer momento, já Ricardo era um homem esclarecido, mas mantinha seu lado áspero e ignorante escondido, seu ciúme era uma doença que o deixava completamente transtornado. Com o tempo Suzana descobriu algumas aventuras que Ricardo mantinha após o expediente, dominada pela fúria pediu esclarecimento, Ricardo apenas sorria, no entanto Suzana terminou seu relacionamento, e disse não querer, mas vê-lo, mesmo com a insistência de Ricardo Suzana definitivamente o esqueceu, depois de quase três meses de separação começou a sair com um belo moço, tudo caminhava bem, porém dominado pela rejeição Ricardo com uma pistola acabou com os sonhos de Suzana, três tiros acabaram com sua vida, agarrou o corpo de Suzana e desferiu um tiro em sua própria cabeça, morreram juntos, mas foram enterrados separadamente, enfim sós, ao menos na morte!


 Escrito por Karol às 07h56
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